Mali defende soberania nacional e alerta para impactos econômicos dos conflitos

 Em entrevista ao El País, primeiro delegado afirma que guerras e invasões enfraquecem parceiros estratégicos, ampliam os riscos de pobreza e ameaçam o futuro de países mais vulneráveis.

O primeiro delegado do Mali afirmou ao El País que sua atuação na Assembleia Geral foi pautada pela defesa da soberania dos Estados e do direito das nações à autodeterminação. Segundo o representante, o aumento das invasões e dos conflitos armados tem provocado profundas transformações no cenário geopolítico, afetando especialmente os países com menor capacidade de influência internacional.

Para a delegação malinense, as guerras não apenas colocam em risco a estabilidade global, mas também contribuem para o enfraquecimento político e econômico de diversos Estados. O delegado destacou que muitos países vêm sendo "diminuídos e apagados" pelas consequências dos confrontos, o que gera efeitos em cadeia sobre seus aliados e parceiros comerciais.

Questionado sobre os impactos dessas crises para o Mali, o representante reconheceu que o enfraquecimento de aliados pode afetar diretamente o país. "Muitos parceiros econômicos estão ficando mais fracos e menos politicamente poderosos", afirmou, acrescentando que esse cenário pode resultar em maiores índices de pobreza e dificuldades para o desenvolvimento nacional.

Apesar das preocupações, o delegado demonstrou otimismo em relação às decisões tomadas durante a Assembleia. Para ele, os encaminhamentos aprovados pela ONU podem contribuir para que os próximos anos sejam mais estáveis e promissores do que o esperado.

Entrevista completa: https://jornalonuapogeuelpais.blogspot.com/p/entrevistas-realizadas.html

Comentários