Em pronunciamento na ONU, a delegação israelense associou suas ações ao direito de autodefesa diante de ameaças à segurança nacional, ao mesmo tempo em que defendeu o diálogo diplomático, a cooperação internacional e a proteção das populações civis.
A delegação de Israel utilizou seu pronunciamento para defender a soberania nacional e o direito dos Estados à autodefesa diante de ameaças externas. Ao relembrar os ataques de 7 de outubro de 2023, os representantes israelenses destacaram os impactos do episódio sobre a sociedade israelense e afirmaram que a proteção da população civil permanece como uma prioridade de segurança nacional. A delegação também reconheceu as consequências humanitárias dos conflitos armados e defendeu que a assistência às populações afetadas deve permanecer entre as preocupações centrais da comunidade internacional. Além disso, Israel manifestou apoio ao fortalecimento das negociações diplomáticas, ao combate ao terrorismo e à ampliação da cooperação internacional como caminhos para reduzir tensões e promover a estabilidade regional. Ao final, os representantes reafirmaram seu compromisso com a paz, a segurança internacional e o respeito à soberania dos Estados.
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